SUS inclui 10 novas práticas integrativas e complementares

Foram incluidas 10 novas práticas de medicina integrativa e complementar este mês(03/18) no Sistema Único de Saúde (SUS).

Ótima noticia para quem procura métodos alternativos de melhoria para a saúde e para profissionais da área.

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Depois do Primeiro Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Complementares e Saúde Pública, o ato assinado pelo ministro da Saúde – Ricardo Barros – o sistema público de saúde agora possui 29 os procedimentos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais.

Segundo o ministro, agora o Brasil lidera a oferta de modalidades integrativas na saúde pública, com 5 milhões de usuários em 9.350 estabelecimentos de 3.173 municípios.

“- Tais práticas são investimentos em prevenção de saúde, para que as pessoas não fiquem doentes, e evitar que os problemas delas se agravem, que sejam internadas e que se operem, o que gera custos para o sistema e tira qualidade de vida do cidadão.” – declarou Ricardo Barros – Somos, agora, o país que oferece o maior número de práticas integrativas disponíveis na atenção básica. O SUS financia esse trabalho com a transferência para os municípios, e nós passamos então a caminhar um pouco na direção do fazer e não cuidar da doença”.

Ridardo Barros explicou que a inclusão de terapias consideradas como alternativas baseou-se em evidências científicas e na tradição.

“Estamos falando de medicina tradicional: ao longo de milênios, essas coisas deram certo. A maioria dos medicamentos é baseada no princípio ativo dessas plantas. Antes, tomava-se um chá de determinada planta e hoje toma-se um comprimindo de uma substância extraída daquela planta, o que faz exatamente o mesmo efeito.”

Desde 2006 o Brasil oferece pelo SUS os tratamentos de acupuntura, homeopatia, fitoterapia, antroposofia e termalismo.

No ano passado, foram incluídas 14 práticas: arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, meditação, musicoterapia, naturoterapia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa e ioga. Agora, somam-se à lista a apiterapia, aromaterapia, bioenergética, constelação familiar, cromoterapia, geoterapia, hipnoterapia, imposição de mãos, ozonioterapia e terapia de florais.

No ano de 2017 foram 1,4 milhão de atendimentos individuais, a maior procura foi por tratamentos de acupuntura, com 707 mil atendimentos; seguidos da medicina tradicional chinesa, com 151 mil sessões de tai chi chan e liangong, auriculoteriapia, com 142 mil procedimentos, e ioga, com 35 mil sessões.

Durante o Congresso Internacional de Práticas Integrativas e Complementares e Saúde Pública foi incluída a pauta de ampliar as práticas de medicina integrais e complementares no SUS e levar as terapias aos municípios.

“Este é o desafio. Primeiro, estamos consolidando a oferta do serviço, permitindo que as estruturas de atenção básica implantem esses serviços e coloquem à disposição das pessoas. Agora é fazer a divulgação e o engajamento dos cidadãos na prevenção, que não é a nossa cultura. Se você vai à China, a cada 50 metros, tem uma casa de massagem. Aqui, a cada 50 metros, tem uma farmácia. Essa é a mudança que precisa ser alcançada”.

Veja a lista dos tratamentos oferecidos pelo SUS:

– acupuntura
– homeopatia
– fitoterapia
– antroposofia
– termalismo
– arteterapia
– ayurveda
– biodança
– dança circular
– meditação
– musicoterapia
– naturoterapia
– osteopatia
– quiropraxia
– reflexoterapia
– reiki
– shantala
– terapia comunitária integrativa
– ioga
– apiterapia
– aromaterapia
– bioenergética
– constelação familiar
– cromoterapia
– geoterapia
– hipnoterapia
– imposição de mãos
– ozonioterapia
– terapia de florais

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