Mal de Parkinson – Saiba mais sobre a doença e suas necessidades

Dia 4 de abril é o Dia Nacional do Mal de Parkinson, data que alerta e conscientiza a sociedade sobre a importância em cuidar do paciente nesta condição e procurar auxílio médico para um diagnóstico e o tratamento precoce.

Segundo o relatório da ONU (Organização Mundial da Saúde), atualmente há cerca de 4 milhões de pessoas no mundo com a doença.

O Parkinson é causado pela morte inexplicada e espontânea de certas células nervosas na região dos gânglios da base do cérebro.
Estas células são responsáveis pela produção do neurotransmissor dopamina, que permite que os impulsos transitem suavemente de uma célula nervosa para outra, facilitando o movimento dos músculos fluidos.

Quando os níveis de dopamina caem abaixo de 50%, os sintomas físicos do Parkinson começam a aparecer, incluindo:

– Diminuição ou desaparecimento de movimentos automáticos (piscada de olhos, por exemplo);
– Dificuldade para evacuar;
– Falta de expressão no rosto e dores musculares;
– Comprometimento do equilíbrio e dificuldades para começar ou continuar movimentos;
– Problemas musculares;
– Tremores

Embora ainda não tenham desenvolvido uma cura para a doença, a massagem terapêutica provou ser benéfica como um tratamento complementar ao lado de medicação, acupuntura e a fisioterapia.

Com base em técnicas fundamentais para treinamento de massagem terapêutica, massoterapeutas criam planos de tratamento personalizado para ajudar os pacientes com Parkinson na melhoraria do movimento e até reduzindo a ansiedade.

7 dicas para melhorar a qualidade de vida do paciente com Parkinson

1 – Diagnóstico precoce
É importante que o diagnóstico seja feito na fase inicial.
Quanto mais cedo começar o tratamento com o idoso e a família, melhor será o controle da evolução da doença.

2 – Apoio da família
A doença envolve todos os familiares e os cuidadores devem participar do tratamento e aprender a lidar com ele.
Tire dúvidas com seu médico sempre que necessário.

3 – Atenção multidisciplinar
O apoio de profissionais de várias áreas, junto com o tratamento com medicamentos, pode reduzir os sintomas.
Cuidados de uma enfermeira, um fonoaudiólogo, fisioterapeutas, educadores físicos e de nutricionistas melhoram o cotidiano do paciente.

4 – Vida social
O idoso deve ser estimulado também a participar das atividades sociais e a manter sempre o contato com os amigos.
Essas relações são essenciais para a qualidade de vida.

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